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São Paulo, SP, Brazil
Mãe, filha, irmã, empresária, sócia, amiga... De acordo com um amigo, sou multitasking!! Muito feliz com tudo, procurando o que ainda falta! Tuiteira quase viciada... me siga e se divirta...@fabi_gold

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Torne-se oceano!

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo.
Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas,
o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados,
e vê à sua frente um oceano tão vasto que, entrar nele,
nada mais é que desaparecer para sempre.
Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar.
Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência.
Você pode apenas ir em frente.
O rio precisa se arriscar e entrar no oceano.
E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.
Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano,
mas tornar-se oceano.
Por um lado é desaparecimento e, por outro lado, é renascimento.
Assim somos nós. Voltar é impossível na existência.
Você pode ir em frente e se arriscar.
Torne-se oceano!

Não é lindo isso? Só podia ter recebido do Tasso...

domingo, 28 de março de 2010

Ainda sobre deletar alguém...

Eu sei que é comum, após passar por uma separação, repensar seus relacionamentos de uma maneira geral. Isso acaba incluindo as amizades...
Eu havia me afastado dos casais de amigos muito antes de estar separada de fato. Não tinha mais nenhuma paciência para os assuntos que eram comentados naquelas rodas... muita superficialidade pro meu gosto... E como meu ex-marido achava que a gente gastava muito com jantares fora de casa (já que ele não gostava de comer, portanto programas gastronômicos eram desperdício, em sua egoísta visão), foi fácil evitar essas situações.
Mas a verdade é que estou falando de relacionamentos que duraram por 15, 20 anos. Estou falando de pessoas que estavam na maternidade comigo quando minhas filhas nasceram. E cujos filhos eu também vi nascer. Pessoas que estavam comigo direto, todos os finais de semana no mínimo...
Por isso, devo dizer que por mais que eu tenha me afastado, e que realmente haja pouquíssimo espaço para essas pessoas na minha vida de hoje, as memórias ficaram... Ou eu achava que ficaram, até participar de uma festa de Bar Mitzvá (maioridade religiosa judaica) do filho de um desses casais grande amigo do passado... de quem tenho muitas fotos... que eu coloquei no filme na ocasião do Bat Mitzvá da minha filha...
Eu até concordo em não colocar fotos minhas e do ex, por razões óbvias... mas e as crianças? Minha filha não se conformava... Em algumas fotos ela falava "Eu também estava lá, porque me excluíram da foto"?
Aí, não teve opção... Ao terminar o filme, fomos embora da festa... Na verdade, acho que nem chegamos na festa, nosso coracão não estava lá...
Esse é o último post sobre deletar pessoas...Daqui pra frente, só posts alegres sobre as pessoas maravilhosas que são colocadas na nossa vida no lugar daquelas que nos deletam... Porque elas aparecem mesmo!!!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

I'm speechless

Our communication    -   Wireless
Our phones                -   Cordless
Our cooking                -   Fireless
Our food                    -   Fatless
Our sweets                -  Sugarless
Our labor                    -  Effortless
Our boss                     -  Brainless
Our jobs                    -  Thankless 

Our attitude               -   Careless
Our politics                -  Shameless
Our education             -  Worthless
Our mistakes              -  Countless
Our arguments            -  Baseless
Our youth                   -  Jobless
Our ladies                  -  Topless
Our needs                  -  Endless
Our feelings               -   Heartless 
Our relations              -  Fruitless
Our situation              -  Hopeless

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Do que eu preciso?

Perguntas difíceis... e respostas mais difíceis ainda?
Ou mais fáceis do que eu imagino?
A primeira pergunta que me vem à cabeça é... do que eu preciso pra que? Pra ser feliz? Pra me sentir completa?
A verdade é que eu precisei colocar minha vida de cabeça pra baixo, balançá-la e deixar cair tudo que estava solto... E nessas caiu o marido, o casamento, diversos amigos (se estavam soltos nem mereciam esse título) e agora, mais recentemente, o trabalho...
Eu precisava ter feito isso? Não tenho nenhuma dúvida que sim, sim, sim mil vezes, eu precisava ter promovido essa revolução na minha vida para voltar a ser feliz! Porque não fazia sentido continuar vivendo daquela maneira, só trabalhando para não precisar voltar pra casa e encarar aquela realidade... de total falta de emoção, de admiração, de inspiração, e consequentemente de tesão...
Então minha primeira resposta é essa: preciso de emoção, de admiração, de inspiração e de tesão!
Com certeza não é só disso que eu preciso... mas já é um começo...
E é engraçado pensar que há alguns poucos anos atrás eu achava que podia viver sem esses sentimentos numa boa... Mas esse vai virar um outro post...

 

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Alguma coisa me fez ir lá no sábado...

Eu sempre digo que algumas coisas acontecem na nossa vida, e na hora a gente não entende o por quê... mas a explicação sempre chega...
Todos nós temos pessoas queridas em nossas vidas, mas que não necessariamente estão conosco no nosso dia-a-dia. São pessoas especiais, mas podemos passar meses sem ao menos falar com elas ao telefone. Não quer dizer que são menos queridas... e muito menos que nos queiram menos.
Nesse sábado que passou, decidi que iria visitar uma dessas pessoas... Meu primo (na verdade primo da minha mãe), cuja esposa está doente há mais um ano. Super nova, mais nova que a minha mãe... Profissional destacada da indústria de tecnologia, duas filhas lindas... Soube há mais ou menos um ano atrás que tinha ELA (esclerose lateral amiotrófica), e enfim... Eu resolvi que tinha que ir lá, visitá-los. Estava de motorista (tinha que levar e buscar minha filha em uma festa), e achei que era o tempo que precisava para passar tempo com eles, e agradecer toda a ajuda que ele me deu no final do ano (que será assunto de outro post, em algum outro dia...)
Foi ótimo ter ido... Passamos bons momentos, e pude vê-la e dar um beijo. Claro que a sensação foi muito ruim, em menos de dois meses ela havia decaído demais... Já não interagia mais conosco, praticamente. Mas a enfermeira a levava para o quarto e ela pedia para voltar... queria ficar conosco na sala, estar conosco...
Hoje de manhã, ela faleceu. E eu fiquei feliz por ter ouvido a voz que me fez ir até lá no sábado me despedir dela.







domingo, 31 de janeiro de 2010

Vamos ver onde esse blog me leva...

Já sou mãe, filha, empresária, twiteira... Será que eu aguento mais essa? Mas a verdade é que um blog pode ser o lugar ideal pra conseguir expressar tanta coisa que passa na minha cabeça e que acaba caindo... em lugar nenhum! Inicialmente aqui é espaço para colocações pessoais, já que o link do twitter vai trazer muito do meu lado profissional...  Não tenho nenhuma pretensão de ter milhares de seguidores, mas como no Twitter, de repente as pessoas vão aparecendo... Pessoas fantásticas, que assim como eu adoram essa tecnologia do século 21...Pessoas que gostam de dividir um pouco de suas histórias... Vamos ver onde esse blog me leva...